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O que é esse negócio?
Uma loja de roupas femininas é um comércio voltado à venda de peças de vestuário feminino — como blusas, vestidos, calças, saias, conjuntos, lingeries, entre outros — com foco em moda, estilo e tendência.
Como ele funciona?
Esse negócio pode funcionar de forma física (loja de rua ou shopping), virtual (Instagram, WhatsApp, Shopee, etc.), ou híbrida (presencial + online). A loja adquire peças de fornecedores, revende com margem de lucro e fideliza clientes por meio de atendimento personalizado, lançamentos e conteúdo nas redes sociais.
Quem é o público-alvo?
Mulheres entre 16 e 45 anos, interessadas em moda acessível, com foco em autoestima, estilo e praticidade. O perfil pode variar conforme o nicho (moda evangélica, plus size, casual, fitness, fashionista, etc.).
Quais tendências e dados de mercado justificam investir nisso?
- O setor de moda feminina representa mais de 70% das compras de vestuário no Brasil.
- Com a popularização das redes sociais, muitas mulheres preferem comprar roupas online e de lojas pequenas.
- A moda feminina é altamente visual, ideal para Instagram, TikTok e Reels.
- Margens de lucro podem chegar a 100% ou mais por peça.
- Nichos como plus size, moda evangélica e roupas confortáveis estão em alta.
O que é esse negócio?
Uma loja de print-on-demand (impressão sob demanda) vende produtos personalizados — como camisetas, canecas, ecobags, almofadas — sem a necessidade de manter estoque. Os produtos são produzidos e enviados somente após a compra, com estampas criadas pelo próprio empreendedor ou sob encomenda.
Como ele funciona?
O empreendedor cria uma loja virtual com mockups dos produtos e as estampas disponíveis. Quando o cliente realiza a compra, o pedido é automaticamente enviado para um parceiro de produção (plataforma de POD), que imprime e envia diretamente ao consumidor final. O lucro vem da diferença entre o preço de venda e o custo da impressão.
Quem é o público-alvo?
- Jovens e adultos que buscam produtos criativos e personalizados
- Fãs de nichos específicos (geek, pet, religioso, feminista, gamer, etc.)
- Empresas que desejam brindes personalizados
- Influenciadores ou criadores de conteúdo com marca própria
- Presentes criativos para datas comemorativas
Quais tendências e dados de mercado justificam investir nisso?
- O mercado global de POD cresce anualmente, com destaque no e-commerce
- O consumidor moderno busca exclusividade e identificação com produtos
- Modelos sem estoque reduzem riscos e custos fixos
- Crescimento da personalização como valor percebido na compra
O que é esse negócio?
O banho e tosa delivery oferece serviços de higiene e cuidados estéticos para cães e gatos no conforto da casa do tutor ou em veículo adaptado, evitando deslocamentos até o pet shop tradicional.
Como ele funciona?
Você agenda o serviço com o cliente, vai até a casa dele com os materiais ou com um veículo equipado, realiza o banho e/ou tosa e entrega o pet limpo e feliz. Pode atuar como profissional autônomo ou montar uma pequena equipe.
Quem é o público-alvo?
Tutores de pets que prezam por comodidade, pessoas com rotinas agitadas, donos de animais idosos ou com mobilidade limitada. Também é ideal para quem mora em áreas sem pet shops por perto.
Por que investir nesse mercado?
O Brasil tem mais de 150 milhões de animais de estimação e o setor pet não para de crescer. A busca por serviços personalizados e em domicílio aumentou muito após a pandemia, e o banho e tosa delivery une praticidade, conforto e fidelização.
O que é esse negócio?
Uma plataforma digital (site/app) que conecta clientes locais a prestadores de serviços autônomos — por exemplo: eletricistas, encanadores, pintores, diaristas, personal trainers, fotógrafos, professores particulares, designers e pequenos reparadores. A plataforma facilita busca por categoria, avaliação, agendamento e pagamento, funcionando como um marketplace de serviços na sua região.
Como ele funciona?
- Profissionais criam perfis com portfólio, preços, disponibilidade e avaliações.
- Clientes pesquisam por serviço e localização, com filtros (preço, avaliação, tempo de chegada).
- Contratos simples: solicitação → orçamento → confirmação → execução → avaliação.
- Monetização por comissão sobre cada serviço, planos de assinatura para profissionais, e recursos pagos (destaque no app, anúncios).
Quem é o público-alvo?
- Usuários finais: pessoas físicas e pequenos comércios que buscam serviços rápidos, confiáveis e locais.
- Profissionais autônomos/MEIs que precisam captar clientes sem gastar com publicidade.
- Pequenos negócios que contratam serviços pontuais.
Quais tendências e dados de mercado justificam investir nisso?
Crescimento do trabalho autônomo e gig economy.
Adoção massiva de apps para contratar serviços (comodidade e confiança).
Demanda por soluções locais com rapidez (mesmo dia/24h).
Possibilidade de replicar o modelo por cidades/regiões, escalando sem inventário físico.